Velho Continente – dia 9

Acordamos 7 horas, céu escuro como meia noite, descemos todas as malas e fomos tomar café da manhã. O taxista turco já havia assimilado bem a pontualidade alemã e chegou ao hotel 7:40 (havíamos chamado para as 8:00).

Engolimos o café e fomos para a Estação Central de Berlim abaixo de 0 graus. Andamos um pouco pelas lojas e subimos para a plataforma 13. O trem chegou com 2 minutos de atraso. Seguimos por 5 horas e meia até a estação de Frankfurt, onde fizemos uma breve parada.

Eu dormi um pouquinho no começo da viagem, enquanto o céu ainda estava terminando de clarear, mas 1 hora e pouco depois acordei para curtir a paisagem. Pude tirar algumas fotos, mas o céu nublado não deu condição para tirar muitas.

Em Mannheim fizemos uma escala de 6 minutos entre um trem e o outro. Contado o atraso do trem anterior e o tempo que levamos para conseguir chegar na plataforma do trem seguinte, chegamos a tempo de ver a porta se fechar na nossa frente.

Mas essa história tem um final feliz: apertamos no botão de abertura da porta do trem durante a fração de segundos em que ele ainda não começou a se mover, o suficiente para que reabrisse a porta e pudéssemos entrar.

Nem chegamos a sentar no banco do trem. Poucos minutos depois estávamos no saguão da Heidelberg Hauptbahnhof (Estação Central de Heidelberg), e fomos recebidos pelo diretor do Heidelberg Pädagogium e sua esposa, que nos levaram para os nossos alojamentos.

Deixamos as coisas nos nossos quartos. E saímos para comprar os tickets do bonde e conhecer cidade. Fomos até a Bismarkplatz, principal terminal de ônibus e bondes da cidade, que fica de frente para um shopping e para o centro antigo (MEDIEVAL) da cidade. Andamos pela Hauptstraße até chegar em um restaurante chamado Perkeo (origem italiana – Perchè no?), que possui mitologia para sua criação e tudo mais. Comida ótima e razoavelmente barata, levando-se em conta a quantidade.

Voltamos para o alojamento.

Notas sobre Brasília

Se algum dia você precisar vir a Brasília, talvez alguma dessas informações possa ser útil:

  • Tudo é bem setorizado e fácil de assimilar as localizações das coisas. Mas tudo é muito distante também. Quase sempre é preciso pegar um táxi para ir para onde ser quer. Mas o preço é relativamente barato comparado ao de Manaus. Com 20 reais dá pra atravessar a cidade. Isso é praticamente o que eu gasto indo de casa pra faculdade em Manaus.
  • Eu vivo com a garganta seca e tenho bebido muito mais água. Isso porque a umidade aqui é mínima. Ao contrário de Manaus, onde a umidade é 101%.
  • Por ser uma cidade projetada, ela é toda dividida por setores com objetivos específicos: hotelaria, comércio, bancos, indústrias, entre outros. Sabendo disso basta uma olhada atenta no mapa, que mostre as posições desses setores e você consegue encontrar as coisas com facilidade.
  • Os preços das coisas aqui, com exeção de alimentos e tecnologias, são iguais ou mais caros que os de Manaus.

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