Estive Dirigindo #07

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Estive dirigindo da Marina do Davi até a CEASA, tentando realizar um percurso que fosse ao mesmo tempo curto, mas que não exigisse muitas conversões nem pegasse tanto engarrafamento. A escolha pela Boulevard não foi exatamente uma das melhores, mas até que o tempo foi razoável.

Saindo da Marina do Davi, pegamos a Av. Cel. Teixeira, também conhecida como Estrada da Ponta Negra, graças à praia que passamos logo a seguir. Deste ponto até a interseção com a Av. Brasil, achei interessante destacar o lugar onde será o Shopping Ponta Negra, cuja inauguração foi prometida para este ano.

Assim como reclamei no post sobre a Av. das Torres, um empreendimento como esse causará uma série de outros estabelecimentos menores orbitando a região e as intervenções viárias ainda são muito tímidas e provavelmente serão insuficientes quando o movimento de verdade começar. Basta notar a falta de paradas de ônibus com recuo e passarelas: vão lembrar de construir depois do shopping inaugurado, como o que aconteceu com o Manauara, anotem aí.

Passando a Igreja da Restauração, entramos na Av. Brasil, onde logo à direita temos a Sede do Governo Estadual e a entrada para a Ponte Sobre o Rio Negro, essa, percorrida no Estive Dirigindo #01, a partir do minuto 2:32.

A Av. Brasil passou por uma grande maquiagem há uns três ou quatro anos, ganhando calçadas levemente mais niveladas, um canteiro central levemente padronizado e as árvores que encobrem o leito do Igarapé do Franco foram, OK, bastante podadas. Foi um passo importante para trazer alguma ordem à avenida que abriga as sedes dos governos estadual e municipal.

Para ficar ideal, entretanto, falta construir recuos para as conversões à esquerda, recuos para as paradas de ônibus e a proibição total do estacionamento na faixa da direita. Aliás, o bairro da Compensa carece mesmo é de um terminal de integração de transporte coletivo, mas isso eu pretendo explicar futuramente em um post especial.


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Dando prosseguimento ao passeio, é importante frisar que a intervenção na parte oriental da Av. Brasil, padronizando os acessos entre ela e a Boulevard em decorrência do PROSAMIN foi de bom gosto. Além, é claro, da construção de um centro de atenção ao idoso que é algo sempre bem-vindo.

Atravessando o Igarapé da Cachoeira Grande, chegamos à Av. Álvaro Maia, mais conhecida como Boulevard, um exemplo de arborização (que é o que caracteriza um bulevar), de largura das faixas e de… bem, eu gostaria de poder dizer que o trânsito fluiria bem na Boulevard, mas ela sofre com o projeto falho do Viaduto Jornalista Josué Cláudio de Souza que conta com um semáforo para entrar e outro para sair.

Superado o semáforo, entramos à direita na Av. Prof. Marciano Armond, ainda conhecida por muitos como Rua Belém, que de metamorfoseia na Av. Carvalho Leal, endereço do campus de Odontologia da UEA.

Aí por uma questão de permissões e proibições de conversões em determinados cruzamentos, dobramos à esquerda na Tefé, à direita na Borba e à esquerda na Silves, que também é conhecida como Av. Costa e Silva após passarmos sobre o Igarapé do Quarenta.

Por fim, tomamos a Bola da Suframa, no Distrito Industrial, ladeando o Memorial dos Povos da Amazônia, até entramos no primeiro quilômetro da Av. Min. João Gonçalves de Araújo, ou BR-319, aquela que supostamente liga Manaus ao Brasil, para encerrarmos o trajeto no porto da CEASA, com uma visão distante do Encontro das Águas.

Vou encerrando por aqui, pois o vídeo ficou grande assim como este texto. Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #05

Estive dirigindo pela “nova” e “velha” Rua Maceió e pela Rua Major Gabriel durante a noite. Essa via tem a vantagem de seguir da Darcy Vargas diretamente até o Centro, ao contrário da Av. Mário Ypiranga Monteiro (antiga Recife) que apesar de mais larga, acaba dependendo da Major Gabriel para finalizar o trajeto para a região mais antiga da cidade.

Logo no começo nos deparamos com um redutor de velocidade (ou será um majorador orçamentário?) com o intuito de alertar os motoristas para a faixa de pedestres logo a diante. A intenção seria nobre não fosse a inclinação da via em ambos os sentidos que em razão das pétreas leis da Física, tende a fazer os veículos tomarem uma velocidade maior. A boa notícia é que com essa verba extra será possível construir uma passarela com rampa e cobertura da chuva no lugar, não é?

Ladeira acima, estamos na chamada Nova Maceió, construída durante a prefeitura de Serafim Corrêa, que a interligou a Velha Maceió com as Avenidas Mário Ypiranga, Darcy Vargas e Efigênio Sales, com o Complexo Viário Miguel Arraes. Ela passa ao lado do Parque Municipal do Idoso, obra daquele que levava o social a sério, Alfredo Nascimento.


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Infelizmente não pude adicionar o roteiro da parte nova no Google Maps porque mesmo após mais de 5 anos da inauguração do trecho, a região ainda não foi atualizada. Indo em frente, após a rotatória, chegamos à Velha Maceió, que nos leva através do bairro de Nossa Senhora das Graças, até o Cemitério. Passamos ao lado do Reservatório do Mocó também, obra do Governador Eduardo Ribeiro.

Cruzamos a Av. Álvaro Botelho Maia, mais conhecida como Boulevard, e o logradouro automágicamente se transforma em Rua Major Gabriel, descendo através da Praça 14 de Janeiro e suas 14ˆ29 vendas e oficinas de carros. Passamos então ao lado de um dos campi da Universidade Estadual do Amazonas e de um outro grande centro universitário do norte.

Após o cruzamento com a Av. Ramos Ferreira, onde terminou o 3º episódio do Estive Dirigindo, passamos a margear as obras do PROSAMIN e do Parque Estadual Jefferson Péres até chegarmos à Av. Sete de Setembro e terminarmos o passeio em frente à Secretaria Estadual de Cultura e do Palácio Rio Negro, oportuna aquisição do governador, sempre ele, Eduardo Ribeiro.

Estive Dirigindo #04

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No passeio de hoje, saímos da Compensa em direção ao bairro da Cachoeirinha pelo caminho mais difícil possível… Brincadeira! Ou talvez nem tanto assim…

Primeiro, atravessar os bairros do São Raimundo e da Glória, ocupações antigas que se desenvolveram à margem do Centro da cidade, com soluções de trânsito e transporte pouco inteligentes. Uma pessoa mais desatenta pode facilmente entrar em uma rua que descobrirá vários metros à frente ser contra-mão.

A seguir, entramos no Centro pela Ponte Sen. Fábio Lucena, indo pela Alexandre Amorim até a Luiz Antony, que faz uma curva estranha ao se aproximar da Saldanha Marinho e vai até no porto de lenha

Uma das intenções era pegar a rua mais próxima possível da margem do Rio Negro, talvez para fazer um comparativo com o primeiro episódio do Estive Dirigindo às margens do Rio Solimões, mas num momento de abestalhamento, pegamos a Sete de Setembro até o cruzamento com a Av. Eduardo Ribeiro, no trecho conhecido como “Rua do Relógio”, para o qual, felizmente, há intenção de reforma em breve.


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Entrando na Marquês de Santa Cruz, fomos avançando bravamente até a Rua dos Barés, onde quase fomos soterrados por uma manada de camelôs que dominou o entorno do Mercado Fantasma Adolpho Lisboa. E a nossa indômita aventura pelo centro parecia dar sinais de que estava chegando ao fim quando de repente: um caminhão encontrou uma vaga para estacionar no MEIO da Rua dos Barés.

Incrível! Eu jurava que aquele lugar era uma rua de livre acesso até bem pouco tempo atrás. Por sorte o vídeo foi gravado antes da vigência da lei que restringe a circulação de veículos pesados no Centro durante o dia e isso em breve será coisa do passado, né tios Arthur e Hiiissa!?

Agora sim, nos aproximamos do fim, ao tomar a Av. Lourenço de Souza Braga, ou Manaus Moderna para os íntimos, que passa por baixo da Ponte do Educandos, pelo lado da cinicamente alegre Cadeia Pública Vidal Pessoa, e por cima das fozes (eu disse FOZES) dos Igarapés do Mestre Chico e do Quarenta para, entre a Santa Luzia e a Cachoeirinha, desaparecer no meio de uma obra inacabada do PROSAMIN… Ô MARAVILHA! Prof. Gilberto Mestrinho ficaria orgulhoso.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #03

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Essa é uma alternativa (talvez questionável) de como ir do Aleixo para o Centro nos horários de maior engarrafamento. Já me disseram que dá muito mais trabalho que pegar as avenidas principais e esperar com todo mundo, mas eu não consigo ficar tanto tempo parado.


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O maior contratempo no percurso é atravessar o bairro de Petrópolis, que não conta com vias de grande capacidade. A inauguração de uma seção do PROSAMIN entre as avenidas Codajás e Silves ajudava bastante no percurso que margeia o Igarapé de São Sebastião (Petrópolis).

Entretanto, a má qualidade do aterro que foi feito na obra original somada aos constantes reparos dos canos subterrâneos que deixam o asfalto acidentado, além dos carros que estacionam irregularmente e dos pedestres que insistem em andar sobre o asfalto mesmo havendo calçada, algo tão raro hoje em dia, torna a Av. Maués uma alternativa mais segura e sem (tantos) sustos.

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