Subtotal 2012

Vamos à checklist dos melhores momentos do ano em que a Terra não acabou.

O ano começou com uma viagem para a Alemanha, que eu registrei na série Velho Continente, que demorou um pouco a ficar pronta. Lá pude praticar meu Alemão, aprendi a esquiar e comi muito chocolate.

No fim de Março recebi em minha casa a ilustre visita do amigo Thássius, que aproveitou a vinda a Manaus para a cobertura de um evento para o Tecnoblog.

Em Abril, recebi a notícia da convocação para tomar posse em um cargo para o qual fiz concurso em 2008. Sim, faltavam algumas semanas para prescrever. Graças ao email do Dr. Hidemberg Frota, com quem tive o prazer de trabalhar anos antes na Assessoria Jurídica da SUSAM, fiquei sabendo a tempo para fazer os exames admissionais, já que estava com passagens compradas para viajar para os EUA.

Fui aos EUA com minha mãe no fim de Abril, para prestigiar o casamento da minha avó americana, D. Ardis, que assim como a Barbie, encontrou um Ken em sua vida.

Voltei pra Manaus, tomei posse no Ministério Público, com a chancela do Dr. Evandro Paes de Farias, que me deu as boas vindas à Família do MP. Comecei a trabalhar em uma promotoria especializada na defesa do consumidor, mais especificamente nas questões de planos de saúde E de transporte público, o que foi ótimo para alguém que já vinha realizando alguns projetos sobre esse assunto (mais sobre essa parte a seguir). O mais legal foi que conheci um grupo de gente bacana que não apenas trabalha bem como também sabe se divertir juntos. São os amigos do Conselhinho.

Em Junho resolvi comprar novamente meu próprio domínio, importei meu blog antigo, aliás, importei conteúdo de diversos blogs e serviços de hospedagem que eu havia abandonado há tempos, centralizando todas as besteiras e eventuais coisas interessantes que produzi na Internet neste único endereço. Tudo isso, graças à ajuda do Ayrton “Freeman” Araújo que me ajudou a por tudo em ordem.

Voltando ao assunto do transporte público, em Novembro, depois de quase 1 ano de produção e revisões, finalmente saiu a primeira edição do Manual Ônibus Manaus, o guia impresso com o conteúdo do site Ônibus Manaus, desenvolvido pela galera esperta do Trânsito Manaus, que faz a diferença nessa cidade.

Dia 21 de Dezembro o mundo não acabou e agora que o ano se encerra, estou me preparando para uma nova viagem. Vou ser guia turístico da minha namorada pelos EUA. Finalmente passar mais que 8 horas em Nova York, além de rever alguns dos meus lugares preferidos em Washington e Orlando. E comprar um brinquedinho novo.

Esse ano eu li menos do que gostaria, continuei estudando Alemão mesmo depois da viagem, precisei parar o curso de Francês no finalzinho do ano, mas vou retomar no ano que vem, comecei uma Especialização em Direito Público, onde pude encontrar amigos do Bacharelado e assistir aulas de professores incríveis como Antônio Carlos da Ponte e Luiz Alberto David Araújo, dentre outros, palestrei pelo Trânsito Manaus em um evento na Bemol, escrevi mais para o blog que a média dos anos anteriores.

E ainda perdemos o grande arquiteto do Universo: o Niemeyer – que de tão antigo, a linha do tempo da vida dele, assim como a Mitologia Grega, começou no Caos (pode conferir no site).

Desculpas a quem eu dei menos atenção do que deveria, pois infelizmente ainda não encontrei a poção da onipresença. Obrigado a todo mundo que esteve por perto, que me ajudou e apoiou para realizar as coisas que conquistei nesse ano. E principalmente, obrigado a você.

E não há tempo que volte, amor, vamos viver tudo que há pra viver…

Feliz 2013.

Velho Continente – dias 4 e 5

Ou “Kaufen, Kaufen, Kaufen!”

Dia 4

Mais uma vez o sono me amarrou na cama e tentou me atrapalhar a tomar café da manhã. Tiramos o dia para fazer compras, e as mulheres gostaram bastante da ideia.

Começamos indo ao Gropius Passagen, pela U7 (Johannisthaler Chaussee), que segundo a placa que tinha por lá é o maior shopping de Berlim. Apesar de ter três andares e um anexo do outro lado da rua ele não me pareceu maior que o Manauara. Comprei uma caixinha de chocolate que serviu para dar energia durante a longa caminhada do dia.

Depois seguimos até a última estação da U7 (Rudow), para as mulheres comprarem alguns cosméticos e o professor comprar uma sombrinha. Voltamos um pouco pela U7 (Wutzkyallee) para ver um outro shopping menor, mas além de ser minúsculo, boa parte estava em reforma, então pegamos a U7 (sentido Rathaus-Spandau), baldeamos na Möckernbrücke para a U1 (sentido Kurfürstendamm), e saímos na Wittenbergplatz que é uma das estações mais antigas e bonitas da cidade.

Do outro lado da rua estava a KaDeWe, provavelmente a loja mais chique do mundo (não, não é, mas é quase isso). As mulheres ficaram doidas pela loja. Eu me interessei, pelo stand da Braun, mas não deu tempo ir ver os eletrônicos que tinha lá. Foi a fome, que começou a nos empurrar pra fora. Antes de sair comprei uma latinha de Berlim (que vem com chocolates dentro).

Voltamos para o Gropius Passagen, para jantar, dessa vez, num restaurante Tailandês. E então para o hotel, depois do dia que eu mais andei na minha vida (não, não foi, mas foi quase isso).

Dia 5

Mais uma vez quase perdemos a hora pro café. Na verdade eu acho que não, pois mesmo tendo saído do café do hotel quase uma hora depois do horário de encerramento, a moça ainda estava colocando comida nova nos balcões.

Tem a questão das 5 horas de diferença de fuso que nos faz ficarmos ligados até mais tarde e consequentemente acordando mais tarde.

Por conta das extensas andanças nos dois dias anteriores, ficamos descansando e conversando durante a manhã. Pelas 3pm saímos do hotel pela U7 (sentido Rathaus-Spandau), baldeamos na Hermannplatz para a U8 (sentido Wittenau), e saímos na Alexanderplatz, em direção ao Alexa, um shopping que fica bem no centro moderno da cidade, e com mais marcas boas e acessíveis (Gropius = poucas marcas – acessíveis; KaDeWe = muitas marcas – não muito acessíveis).

No Alexa comprei meu relógio novo que espero que tenha uma vida útil maior que o meu último, quebrado no primeiro post. Deixamos as mulheres no shopping e voltamos ao hotel para a buscar a Luciana, 5ª integrante do nosso grupo, que havia acabado de chegar a Berlim, mas não lembramos de deixar um recado escrito antes de sair, da dona do hotel, com quem falamos de manhã havia saído, e quando chegamos, a Luciana, sem ter recebido recado nenhum, saiu pro outro lado para procurar algo para jantar. Quando chegamos não havia ninguém.

Voltamos pro shopping andamos por mais algumas lojas. Entrei numa loja para ajudar a Ada a comprar uma camisa e no caixa consegui estabelecer algum diálogo com a vendedora. No final ela perguntou se eu falava Inglês (eu não fui suficientemente claro ao explicar que estava aqui para estudar Alemão, talvez) e… Scheiße! Eu disse que sim, mas não conseguia falar: me vinham à mente apenas palavras resultantes de uma mistura tosca de Inglês com Alemão. Arranhei algum Inglês com sotaque bizarro, terminamos as compras e saímos. Parece que a Luciana já havia me falado alguma vez que quando a gente está aprendendo Alemão e tentando praticar mais, tendo aprendido Inglês antes, os dois idiomas começam a se confundir na nossa mente. Se é verdade cientificamente comprovada eu não sei, mas aconteceu comigo. Wahre Geschichte!

Por fim, jantamos, todo mundo num restaurante natureba Tailandês, e eu num restaurante Italiano, só para poder dizer grazie na saída. E voltamos ao hotel, encontramos a Luciana e fizemos alguns planos para os próximos dias.

Willkommen Luciana!

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