Estive Dirigindo #12

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo pela Av. Pedro Teixeira, principal via de acesso ao bairro do Dom Pedro, um breve trecho da Av. Djalma Batista e a Rua Rio Negro, que junto com a Rua Dona Balbina Cordeiro, formam um corredor de acesso leste-oeste, por dentro do Conjunto Eldorado, até a rotatória que recebeu o nome do lugar.

A Av. Pedro Teixeira, assim como muitos outros logradouros em Manaus, foi construída visando apenas o trânsito local de acesso ao bairro, e não como um elo entre os corredores da Djalma Batista e Constantino Nery à Zona Oeste da cidade. Assim ela possui virtualmente duas faixas em cada sentido, segundo padrões de dimensões antigas, porém hoje em dia é perceptível, levando-se em consideração os veículos pessoais e coletivos, que a via parece ter apenas uma faixa e meia, o que causa uma certa aflição a qualquer motorista que precisa calcular várias vezes se será mais adequado ficar no centro da pista ou se apertando para algum dos lados.

A avenida, apesar de relativamente curta, concentra diversos serviços, como se pode ver nas legendas, tais como supermercados de grande e médio porte, escolas de inglês, uma praça de alimentação, um hospital especializado em doenças tropicais, um hemocentro, a Vila Olímpica, o Sambódromo, a futura Arena da Amazônia e grandes concessionárias.


Exibir o trajeto do episódio Estive Dirigindo #12 em um mapa maior

Me admiro de, justamente por estar diretamente ligada ao escoamento de tráfego no entorno da Arena da Amazônia, esta avenida não ser citada em nenhum plano de melhorias estruturais viárias. À minha vista uma avenida como esta a essa altura do campeonato, deveria contar com pelo menos duas faixas largas, canteiro central, recuos para retornos e conversões à esquerda, bem como nas paradas de ônibus, e uma ciclofaixa bem maneira para mostrar pros gringos que a gente é verde.

Se fosse para ser mais ousado ainda, se você olhar bem no mapa, perceberia uma certa afinidade da Pedro Teixeira com a Manuel Urbano, via de acesso à Ponte Rio Negro, já percorrida no Estive Dirigindo #01. Mas isso envolveria mexer em um terreno militar e é melhor não mexer com terrenos militares. Não fossem eles a Zona Oeste e sua orla estariam tão densamente povoados quando outras regiões da cidade. O que não afasta a necessidade de intervenções que visem auxiliar o alto tráfego vindo de todas as regiões da cidade.

Dando prosseguimento ao passeio e ao raciocínio da proposta original da série, cruzamos a Av. Constantino Nery e entramos na Av. Djalma Batista, apenas para fazer um retorno, que viabiliza o acesso ao Eldorado, para os motoristas que estão fazendo o trajeto no sentido bairro-centro. Entramos, por fim, na engarrafada Rua Rio Negro, que após cruzar a multifacetada Praça do Caranguejo, nos leva lentamente até a Rotatória do Eldorado e seu falo maçônico.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #11

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo esta semana por um dos principais corredores de acesso entre a Zona Oeste e a Zona Centro-Sul de Manaus.

O percurso começou pela parte que faltou da Av. Cel. Teixeira no episódio #07, servindo como acesso à Av. do São Jorge, logradouro composto, em sua absoluta maioria, por conjuntos habitacionais, batalhões e outros departamentos das Forças Armadas.

Logo no começo da Av. do São Jorge, passado o cruzamento onde terminou o episódio piloto, destacamos o Zoológico CIGS, o maior da cidade, com animais apreendidos que não apresentavam mais capacidade se readaptar à natureza e mantido pelo Exército. Vale a visita.

Vários batalhões depois, chegamos à parte predominantemente civil do bairro do São Jorge, já começando a descer a ladeira em direção ao Igarapé da Cachoeira Grande. Se subíssemos pelo igarapé (à esquerda), há poucos metros da pista, existia uma estação de captação e bombeamento de água, construída em 1888, com 105 metros de comprimento, e de onde vinha a totalidade da água encanada da cidade começo do século.

Hoje em dia, a condição do Igarapé da Cachoeira Grande, que tem grande parque de suas margens ocupadas irregularmente e recebe a água do Igarapé do Mindu e todos os seus afluentes, não viabilizam mais o consumo. A estação está abandonada e em ruínas desde os anos 1930, quando foi desativada, por ter sido substituída pela captação da água na Ponta do Ismael.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #11 em um mapa maior

Passado esse drops de TM História (estão com saudade da série? 🙂 ), chegamos no ponto em que terminou o episódio #08 (do Complexo Gilberto Mestrinho até a Constantino Nery) e, após cruzarmos a Av. Constantino Nery, entramos na Rua Pará, que corta todo o Vieiralves, uma área que ainda que seja definida pelo Plano Diretor de Manaus como estritamente residencial, é uma das maiores concentrações comerciais da região, com muitas lojas e plazas, com muito requinte e sofisticação. #sqn

No fim da Rua Pará, entramos à esquerda na Rua Maceió, já percorrida em sentido inverso e de noite no episódio #05, passamos ao lado do Parque Municipal do Idoso, obra do prefeito do “Social Levado a Sério” Alfredo Nascimento, e a “Nova” Maceió, obra de Serafim Corrêa, ainda não devidamente registrada no Google Maps, motivo pelo qual o mapa não termina, ao contrário do vídeo, no complexo viário Complexo Miguel Arraes, aquele que passamos por baixo no episódio piloto, e por alto no episódio #06.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #10

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo pela Avenida Buriti, a principal via de acesso às empresas do Distrito Industrial e Avenida Autaz Mirim, a principal avenida da Zona Leste, percorrendo em de norte a sul toda a sua extensão.

Primeiramente, a Av. Buriti, cujos trabalhos de construção se iniciaram em 1967, por ocasião da instalação da Zona Franca de Manaus. Ela realiza o percurso da Rotatória da Suframa até a Rotatória do Armando Mendes, passando por algumas das principais indústrias do Polo Industrial. Infelizmente existe grande discussão entre as três esferas do Executivo, a respeito da atribuição da manutenção do local, o que causa grande precariedade em sua estrutura.

Após a Rotatória do Armando Mendes, fizemos uma conversão para entrar na Av. Autaz Mirim, conhecida também como Av. Grande Circular. Construída também em decorrência da expansão industrial e populacional na Zona Leste da cidade, acabou se tornando a via da região, sobretudo por concentrar a maior parte do comércio e serviços.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #10 em um mapa maior

No cruzamento com a Alameda Cosme Ferreira, temos o Complexo Viário Eng. Luiz Augusto Veiga Soares, em vistas de desafogar o tráfego na região da antiga Rotatória do São José, um dos locais de maior intensidade de tráfego da cidade. No canteiro central da avenida, todas as paradas de ônibus do sistema Expresso, parcial ou totalmente danificadas.

Quase encerrando o trajeto, passamos ao lado do Fórum Virtual Azarias Menescal de Vasconcelos, onde tive a oportunidade de trabalhar por um ano e obtive importantes experiências de aprendizado. Aprendi também diversos atalhos para escapar de engarrafamentos na região.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #09

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo pela Avenida do Turismo, nome pelo qual ficou conhecida a Rodovia AM-450, que liga a rodovia AM-010 e a Av. Santos Dumont (Estrada do Aeroporto) à Praia da Ponta Negra.

Partimos da Praia da Ponta Negra, entrando à direita na rodovia. Pelo trajeto, grandes empreendimentos imobiliários em construção, assim como diversas opções de entretenimento questionáveis. Há também o Cemitério Parque Tarumã, o maior da cidade.

Na parte central do trajeto a floresta preservada à direita pertence ao terreno do aeroporto, área federal, o que talvez explique porque não foi ocupada indevidamente, como parece ter sido o caso de alguns espaços depois do cruzamento com a Av. Santos Dumont.


Exibir mapa do episódio Estive Dirigindo #09 em um mapa maior

Após este cruzamento, temos à direita o SIPAM e o CINDACTA 4, responsáveis pelo monitoramento espacial do Amazonas e pelo controle de tráfego aéreo de boa parte da região Norte. Passamos sobre a poluída Cachoeira do Tarumã, que está na checklist do Arthur como um espaço que será revitalizado.

Ao passar na curva onde fica a entrada para a Vivenda Verde é triste ver o Tarumãzinho poluído, onde ainda tive o privilégio de tomar banho na infância. Por fim, encerramos o circuito no cruzamento com a Av. Torquato Tapajós, próximo ao centro de treinamento do DETRAN e da Expoagro.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #08

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo do Complexo Viário Gilberto Mestrinho até a Av. Constantino Nery e o trajeto foi um dos principais corredores Leste-Oeste da cidade: Av. André Araújo, Rua Salvador e Rua João Valério. Só que durante dia de Domingo, pra economizar memória da câmera.

Logo no começo, um probleminha que se percebe ao entrar na Av. André Araújo é que tanto a alça inferior que vem da Av. Rodrigo Otávio quanto o acesso de quem vem da rotatória têm duas faixas cada, e se você está lendo até aqui deve saber que 2 + 2 costumam ser 4 (a não ser que estejamos na Oceania), enquanto a Av. André Araújo tem duas faixas ao todo para receber essa demanda, o que resulta em singelos embates às 6 da tarde de uma Sexta-feira, ou a qualquer momento na nossa programação.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #08 em um mapa maior

Mais à frente tem a saída da Rua Paulo IV, uma das principais vias de acesso e saída do bairro de Petrópolis, já percorrida no Estive Dirigindo #03. Achegando à Bola da SEFAZ, com o trânsito tranquilíssimo, comparado ao que acontece por ali durante o fim de semana, cruzamos a Av. Jor. Umberto Calderaro Filho, antiga Av. Paraíba, onde segundo a Lei Municipal 1.166/2007 futuramente haverá um Viaduto Tancredo Neves, conf. Claudemir, apud. Trânsito Manaus.

Daí vem os cruzamentos com a Av. Mário Ypiranga Monteiro, antiga Av. Recife, parcialmente apresentada no Estive Dirigindo #06 e Rua Maceió, totalmente percorrida no episódio #05 da referida série. Então entramos na Rua João Valério, passando ao lado do QG secreto do Trânsito Manaus, e cortando o Vieralves, o conjunto residencial (segundo a delimitação da prefeitura) com a maior concentração de comércio que eu já vi. E pra encerrar, cruzamos a Av. Djalma Batista e chegamos ao destino.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #07

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Estive dirigindo da Marina do Davi até a CEASA, tentando realizar um percurso que fosse ao mesmo tempo curto, mas que não exigisse muitas conversões nem pegasse tanto engarrafamento. A escolha pela Boulevard não foi exatamente uma das melhores, mas até que o tempo foi razoável.

Saindo da Marina do Davi, pegamos a Av. Cel. Teixeira, também conhecida como Estrada da Ponta Negra, graças à praia que passamos logo a seguir. Deste ponto até a interseção com a Av. Brasil, achei interessante destacar o lugar onde será o Shopping Ponta Negra, cuja inauguração foi prometida para este ano.

Assim como reclamei no post sobre a Av. das Torres, um empreendimento como esse causará uma série de outros estabelecimentos menores orbitando a região e as intervenções viárias ainda são muito tímidas e provavelmente serão insuficientes quando o movimento de verdade começar. Basta notar a falta de paradas de ônibus com recuo e passarelas: vão lembrar de construir depois do shopping inaugurado, como o que aconteceu com o Manauara, anotem aí.

Passando a Igreja da Restauração, entramos na Av. Brasil, onde logo à direita temos a Sede do Governo Estadual e a entrada para a Ponte Sobre o Rio Negro, essa, percorrida no Estive Dirigindo #01, a partir do minuto 2:32.

A Av. Brasil passou por uma grande maquiagem há uns três ou quatro anos, ganhando calçadas levemente mais niveladas, um canteiro central levemente padronizado e as árvores que encobrem o leito do Igarapé do Franco foram, OK, bastante podadas. Foi um passo importante para trazer alguma ordem à avenida que abriga as sedes dos governos estadual e municipal.

Para ficar ideal, entretanto, falta construir recuos para as conversões à esquerda, recuos para as paradas de ônibus e a proibição total do estacionamento na faixa da direita. Aliás, o bairro da Compensa carece mesmo é de um terminal de integração de transporte coletivo, mas isso eu pretendo explicar futuramente em um post especial.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #07 em um mapa maior

Dando prosseguimento ao passeio, é importante frisar que a intervenção na parte oriental da Av. Brasil, padronizando os acessos entre ela e a Boulevard em decorrência do PROSAMIN foi de bom gosto. Além, é claro, da construção de um centro de atenção ao idoso que é algo sempre bem-vindo.

Atravessando o Igarapé da Cachoeira Grande, chegamos à Av. Álvaro Maia, mais conhecida como Boulevard, um exemplo de arborização (que é o que caracteriza um bulevar), de largura das faixas e de… bem, eu gostaria de poder dizer que o trânsito fluiria bem na Boulevard, mas ela sofre com o projeto falho do Viaduto Jornalista Josué Cláudio de Souza que conta com um semáforo para entrar e outro para sair.

Superado o semáforo, entramos à direita na Av. Prof. Marciano Armond, ainda conhecida por muitos como Rua Belém, que de metamorfoseia na Av. Carvalho Leal, endereço do campus de Odontologia da UEA.

Aí por uma questão de permissões e proibições de conversões em determinados cruzamentos, dobramos à esquerda na Tefé, à direita na Borba e à esquerda na Silves, que também é conhecida como Av. Costa e Silva após passarmos sobre o Igarapé do Quarenta.

Por fim, tomamos a Bola da Suframa, no Distrito Industrial, ladeando o Memorial dos Povos da Amazônia, até entramos no primeiro quilômetro da Av. Min. João Gonçalves de Araújo, ou BR-319, aquela que supostamente liga Manaus ao Brasil, para encerrarmos o trajeto no porto da CEASA, com uma visão distante do Encontro das Águas.

Vou encerrando por aqui, pois o vídeo ficou grande assim como este texto. Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #06

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Nas reuniões dominicais do Trânsito Manaus constantemente discutimos formas de criar um conteúdo relevante para quem quer se deslocar em Manaus. Seja informando as ocorrências do trânsito como engarrafamentos e acidentes pelas redes sociais, seja com um site de busca de itinerários de transporte coletivo que acabou se transformando em um guia impresso, seja chamando a atenção dos governantes para os problemas do trânsito e cobrando soluções.

Aí entre um franccino e outro surgiu a ideia de aproveitar o formato do Estive Dirigindo para produzir um conteúdo novo para o Trânsito Manaus: uma série de vídeos mostrando, do ponto de vista do motorista, o melhor caminho entre um ponto e outro da cidade.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #06 em um mapa maior

Nesse vídeo fiz uma experimentação simples, apresentando o trajeto da Estação Rodoviária de Manaus até o Shopping Manauara, através da Av. Mário Ypiranga Monteiro (antiga Av. Recife). À medida em que a ideia for tomando rumo, vou compartilhando por aqui.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #05

Estive dirigindo pela “nova” e “velha” Rua Maceió e pela Rua Major Gabriel durante a noite. Essa via tem a vantagem de seguir da Darcy Vargas diretamente até o Centro, ao contrário da Av. Mário Ypiranga Monteiro (antiga Recife) que apesar de mais larga, acaba dependendo da Major Gabriel para finalizar o trajeto para a região mais antiga da cidade.

Logo no começo nos deparamos com um redutor de velocidade (ou será um majorador orçamentário?) com o intuito de alertar os motoristas para a faixa de pedestres logo a diante. A intenção seria nobre não fosse a inclinação da via em ambos os sentidos que em razão das pétreas leis da Física, tende a fazer os veículos tomarem uma velocidade maior. A boa notícia é que com essa verba extra será possível construir uma passarela com rampa e cobertura da chuva no lugar, não é?

Ladeira acima, estamos na chamada Nova Maceió, construída durante a prefeitura de Serafim Corrêa, que a interligou a Velha Maceió com as Avenidas Mário Ypiranga, Darcy Vargas e Efigênio Sales, com o Complexo Viário Miguel Arraes. Ela passa ao lado do Parque Municipal do Idoso, obra daquele que levava o social a sério, Alfredo Nascimento.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #05 em um mapa maior

Infelizmente não pude adicionar o roteiro da parte nova no Google Maps porque mesmo após mais de 5 anos da inauguração do trecho, a região ainda não foi atualizada. Indo em frente, após a rotatória, chegamos à Velha Maceió, que nos leva através do bairro de Nossa Senhora das Graças, até o Cemitério. Passamos ao lado do Reservatório do Mocó também, obra do Governador Eduardo Ribeiro.

Cruzamos a Av. Álvaro Botelho Maia, mais conhecida como Boulevard, e o logradouro automágicamente se transforma em Rua Major Gabriel, descendo através da Praça 14 de Janeiro e suas 14ˆ29 vendas e oficinas de carros. Passamos então ao lado de um dos campi da Universidade Estadual do Amazonas e de um outro grande centro universitário do norte.

Após o cruzamento com a Av. Ramos Ferreira, onde terminou o 3º episódio do Estive Dirigindo, passamos a margear as obras do PROSAMIN e do Parque Estadual Jefferson Péres até chegarmos à Av. Sete de Setembro e terminarmos o passeio em frente à Secretaria Estadual de Cultura e do Palácio Rio Negro, oportuna aquisição do governador, sempre ele, Eduardo Ribeiro.

Estive Dirigindo #04

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

No passeio de hoje, saímos da Compensa em direção ao bairro da Cachoeirinha pelo caminho mais difícil possível… Brincadeira! Ou talvez nem tanto assim…

Primeiro, atravessar os bairros do São Raimundo e da Glória, ocupações antigas que se desenvolveram à margem do Centro da cidade, com soluções de trânsito e transporte pouco inteligentes. Uma pessoa mais desatenta pode facilmente entrar em uma rua que descobrirá vários metros à frente ser contra-mão.

A seguir, entramos no Centro pela Ponte Sen. Fábio Lucena, indo pela Alexandre Amorim até a Luiz Antony, que faz uma curva estranha ao se aproximar da Saldanha Marinho e vai até no porto de lenha

Uma das intenções era pegar a rua mais próxima possível da margem do Rio Negro, talvez para fazer um comparativo com o primeiro episódio do Estive Dirigindo às margens do Rio Solimões, mas num momento de abestalhamento, pegamos a Sete de Setembro até o cruzamento com a Av. Eduardo Ribeiro, no trecho conhecido como “Rua do Relógio”, para o qual, felizmente, há intenção de reforma em breve.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #04 em um mapa maior

Entrando na Marquês de Santa Cruz, fomos avançando bravamente até a Rua dos Barés, onde quase fomos soterrados por uma manada de camelôs que dominou o entorno do Mercado Fantasma Adolpho Lisboa. E a nossa indômita aventura pelo centro parecia dar sinais de que estava chegando ao fim quando de repente: um caminhão encontrou uma vaga para estacionar no MEIO da Rua dos Barés.

Incrível! Eu jurava que aquele lugar era uma rua de livre acesso até bem pouco tempo atrás. Por sorte o vídeo foi gravado antes da vigência da lei que restringe a circulação de veículos pesados no Centro durante o dia e isso em breve será coisa do passado, né tios Arthur e Hiiissa!?

Agora sim, nos aproximamos do fim, ao tomar a Av. Lourenço de Souza Braga, ou Manaus Moderna para os íntimos, que passa por baixo da Ponte do Educandos, pelo lado da cinicamente alegre Cadeia Pública Vidal Pessoa, e por cima das fozes (eu disse FOZES) dos Igarapés do Mestre Chico e do Quarenta para, entre a Santa Luzia e a Cachoeirinha, desaparecer no meio de uma obra inacabada do PROSAMIN… Ô MARAVILHA! Prof. Gilberto Mestrinho ficaria orgulhoso.

Gostaram do passeio?

Estive Dirigindo #03

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Essa é uma alternativa (talvez questionável) de como ir do Aleixo para o Centro nos horários de maior engarrafamento. Já me disseram que dá muito mais trabalho que pegar as avenidas principais e esperar com todo mundo, mas eu não consigo ficar tanto tempo parado.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #03 em um mapa maior

O maior contratempo no percurso é atravessar o bairro de Petrópolis, que não conta com vias de grande capacidade. A inauguração de uma seção do PROSAMIN entre as avenidas Codajás e Silves ajudava bastante no percurso que margeia o Igarapé de São Sebastião (Petrópolis).

Entretanto, a má qualidade do aterro que foi feito na obra original somada aos constantes reparos dos canos subterrâneos que deixam o asfalto acidentado, além dos carros que estacionam irregularmente e dos pedestres que insistem em andar sobre o asfalto mesmo havendo calçada, algo tão raro hoje em dia, torna a Av. Maués uma alternativa mais segura e sem (tantos) sustos.

Categorias

Passado

  • 2016
  • 2015
  • 2014
  • 2013
  • 2012
  • 2011
  • 2010
  • 2009
  • 2008
  • 2007
Seguir

Receba atualizações do blog na sua caixa de entrada.

Basta inserir seu email