Aplicativo Políticos

Com uma ideia surgida da observação de experiências no exterior, e tendo em vista a importância do acesso às informações públicas a toda a população, o grupo Global Shapers Manaus tem o orgulho de apresentar o aplicativo Políticos.

Tela de abertura

Esse app gratuito reúne as principais formas de contato com os representantes dos poderes legislativo e executivo. Presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais (estes primeiramente do Amazonas, porém serão acrescentados os de outros estados ao longo do ano) contam com seus nomes, fotos, emails e telefones do gabinete, além das contas de Twitter e Facebook.

O objetivo é facilitar o acesso da população aos seus representantes fornecendo as formas de contato, para que se possa cobrar diretamente de quem tem o dever de trabalhar em benefício do povo. Além disso, é possível também atribuir uma nota positiva ou negativa à pessoa, gerando assim uma perspectiva interessante da percepção dos usuários sobre o trabalho de cada político.

Busca específica por partidos ou estados

O aplicativo será atualizado constantemente para correção de bugs e dados, além da inclusão de novas informações. Baixe agora Políticos, o app democrático, para o seu dispositivo com iOS ou Android. Resenhas, sugestões e pedidos de uma versão para Windows Phone são bem vindas.

 

Ônibus Manaus pré-selecionado no World Summit Youth Award

O projeto do Ônibus Manaus tem rendido frutos interessantes desde que começamos a por essa ideia em prática nas madrugadas de Novembro de 2011. Dessa vez fomos pré-selecionados para o prêmio World Summit Youth Award, promovido pela Organização das Nações Unidas. A indicação final dos nomes deve sair no começo de Setembro. Uma matéria sobre a indicação saiu ontem (22/08/2013) no G1 Amazonas.

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‘Ônibus Manaus’ é pré-selecionado em competição global da ONU

Prêmio reconhece iniciativas que ajudam a atingir os Objetivos do Milênio. Além do amazonense, ‘Imagina na Copa’ também participa na competição.

Do G1 Amazonas.

Ônibus Manaus foi pré-selecionado em competição da ONU. (Divulgação)

O Amazonas tem um representante pré-selecionado ao World Summit Youth Award (no português, Prêmio da Cúpula Mundial da Juventude), da Organização das Nações Unidas (ONU). O ‘Ônibus Manaus’, iniciativa que divulga o itinerário urbano da capital, é um dos 64 projetos que participam da competição, que busca reconhecer jovens que usam tecnologia digital para empreender projetos que ajudam os países a atingir os Objetivos do Milênio.

O ‘Ônibus Manaus’ concorre na categoria ‘Go Green‘, junto a outras 11 iniciativas de oito países: Argentina, Áustria, Egito, França, Alemanha, Grécia, Itália e Paraguai. Dos 64 pré-selecionados, 18 projetos serão escolhidos para participar da cerimônia de premiação em outubro, no Sri Lanka.

Na primeira rodada de avaliação, um júri online analisou 422 projetos de 147 países. Na próxima fase, as 64 iniciativas pré-selecionadas serão analisadas por grupo internacional de especialistas em tecnologia da informação. Os vencedores terão a oportunidade de apresentar seus empreendimentos para uma audiência que inclui formadores de opinião do setor de mídia e da indústria criativa, assim como lideranças políticas e organizações não-governamentais.

O prêmio tem seis categorias nas áreas de combate à miséria, fome e doenças, educação, empoderamento de mulheres, cultura, sustentabilidade e transparência.

Como descrevem os idealizadores do projeto, o ‘Ônibus Manaus’ busca incentivar o uso do transporte público e a consequente diminuição de veículos na cidade acarretando menos liberação de CO2 na camada de ozônio. A ação faz parte do Trânsito Manaus, projeto que desde 2009 faz a divulgação colaborativa sobre o fluxo de trânsito na capital amazonense, com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana e indicando rotas alternativas para a população.

Além do amazonense, o projeto ‘Imagina na Copa’ também foi pré-selecionado. Já tendo passado por Manaus neste ano, o ‘Imagina na Copa’ pretende promover uma série de ações em todo o Brasil até 2014, ano em que o país recebe a Copa do Mundo, a partir do engajamento de jovens em iniciativas de impacto social.

A íntegra deste conteúdo está disponível no Portal G1 Amazonas.

Até mais, Google Reader, e obrigado pelos peixes

O ano de 2005 marcou a forma como eu usava a Internet por diversos motivos. A quantidade de blogs e sites que eu acompanhava crescia dia após dia, e abrir todos eles de um por um, além de dar muito trabalho, estava se tornando uma experiência contra-intuitiva, além do que a velocidade da conexão não ajudava muito.

Alguns, hoje em dia, podem até dizer ser possível acompanhar as atualizações dos sites por redes sociais como Twitter, Facebook e Google+, mas, além de você continuar precisando entrar em cada site ou blog, de um por um, para ter acesso ao conteúdo completo, pois até hoje elas exibem apenas títulos, links e breves resumos, naquela época elas sequer existiam ou eram utilizadas para este fim (sdds Orkut).

Who do you know?

Para melhorar essa situação, duas ferramentas me ajudaram bastante. Primeiro, foi quando abandonei os caminhos de Mammon e deixei de usar o Internet Explorer 6, passando a navegar com o Firefox 1.5. O motivo foi um dia ter aberto uma página (que não consigo mais encontrar vasculhando esta vasta rede mundial de computadores), que retornava com a mensagem de que não poderia ser exibida, exceto se fosse aberta no navegador do panda flamejante. Que admirável mundo novo aquele, de várias abas abertas (3 ou 4, mais que isso o computador travava) e downloads organizados em uma única janela.

O segundo motivo foi por 2005 ter sido um ano prolífico para o Google, que lançou produtos como o Google Earth (após a compra da Keyhole em 2004), dando a possibilidade de se passear pelo mundo inteiro em frente ao computador, o mensageiro Google Talk (encarnação anterior do neonato Google Hangouts), que era absurdamente mais rápido e leve que o MSN Messenger, e o agregador de feeds Google Reader.

Download Firefox 1.5

O Google Reader não foi o primeiro agregador de feeds. Antes dele cheguei a testar o Bloglines, Netvibes e outros. Até o Opera, o melhor navegador que ninguém pouca gente usa, já contava com a essa função desde o ano anterior. No começo ele era absurdamente travoso e por várias vezes eu desisti de usar. No ano seguinte, entretanto, houve uma grande reformulação do código, que deixou mais leve e mais fácil de usar.

E assim o Google Reader se tornou a página que esteve mais tempo aberta no meu navegador. Mais que meu email, mais que as diversas encarnações deste blog, o Google Reader foi a janela por onde eu acompanhei a maior parte das notícias e acontecimentos do mundo nos últimos 7 anos.

Google Reader, 2013

O tempo passa, a Internet, assim como o mundo, vai se modificando, atualizando e, se nem a poupança Bamerindus continua mais tão bem, por decisões internas do Google, o Reader, cujo desenvolvimento andava esquecido desde que a musa do entrepreneurship Marissa Mayer saiu da empresa, vinha perdendo funções para novo queridinho Google+ e teve então o seu fim anunciado.

A primeira reação ao saber da notícia – primeiramente nas redes sociais, admito – e a seguir, nas atualizações dos blogs de tecnologia que iam aparecendo na home do meu Google Reader causou certa tristeza. Mas esse tipo de serviço com poucos porém cativos usuários não ficaria muito tempo sem uma alternativa que pudesse suprir essa necessidade de concentrar e consumir informação em um único lugar. E testando entre as diversas opções que começaram a surgir após o anúncio (Digg, Aol, Hive, The Old Reader), optei pelo Feedly.

Importe o seu conteúdo do Google Reader para o Feedly

Primeiro, pela facilidade de importar os feeds e artigos salvos para leitura posterior no Google Reader com um único botão. Segundo, pela rapidez e familiaridade da interface. Existem configurações que deixam ele meio Flipboard (magazine) style, mas gosto da opção tiles (lista de notícias) e os comandos de teclado do Google Reader foram totalmente incorporados ao Feedly. Terceiro, porque ele abriu suas APIs e diversos aplicativos poderão lhe dar suporte, dentre eles o Reeder, que é meu aplicativo favorito para ler no celular e tablet. E quarto, porque tem boas opções de compartilhamento. Aproveite e assine o feed deste blog colando esse link no seu novo agregador.

Espero que o Feedly possa ter um longo caminho de sucesso pela frente, e consiga se sustentar e se reinventar diante das mudanças que a Internet apresentar ao longo dos anos, ao contrário do que aconteceu com o Google Reader. Forte integração social e anúncios não intrusivos podem ser um bom caminho. Eu que muitas vezes já dormi com o dedo segurando o J e acordei com o Google Reader zerado vou aos poucos me acostumando com a nova casa (que aceita o mesmo comando, inclusive). A vista da Internet pra mim agora será de uma janela diferente.

Boa aposentadoria, Google Reader

Bônus

Aqui um tutorial feito pelo Google, ensinando a usar o Reader.
https://youtu.be/VSPZ2Uu_X3Y

Como Proceder: Explicando a memória RAM

Precisava trocar a memória RAM do computador. Minha mãe, preocupada com o risco de me ver destrinchando a máquina pra efetuar a troca e na dúvida sobre qual a importância de um procedimento desses, perguntou o que isso ia mudar.

Expliquei que a memória RAM era como a mesa onde uma criança brinca: a criança seria, no caso, o processador do computador. Quanto maior a memória RAM, maior é o espaço que a criança tem pra brincar. Maior também, é a quantidade de brinquedos com que ela conseguiria brincar ao mesmo tempo.

Memória RAM

Apenas pra finalizar o raciocínio – se algum dia você também precisar explicar essa analogia – poderia expandir dizendo que o HD do computador é o armário onde a criança guarda todos os seus brinquedos. E o brinquedos da criança são, exatamente, os programas que o processador executa.

Já precisou dar uma explicação semelhante?

Meus Podcasts Favoritos

Podcast é como um programa de rádio, mas gravado e disponibilizado para download ou streaming na Internet. Pelo menos foi o que eu expliquei pra minha tia, que me perguntou isso há algumas semanas. Popularizados com a explosão de vendas de iPods na década passada, podcasts e videocasts, vivem nova onda de crescimento com a adoção em massa de sites como SoundCloud e YouTube.

Quando esteve aqui em Manaus, em Março do ano passado, o Thássius me perguntou quais eram meus podcasts preferidos e cheguei a mostrar a ele brevemente algumas das minhas assinaturas no iTunes. Hoje resolvi fazer uma listinha para publicar aqui e compartilhar com vocês também.

Nerdcast

NerdcastAmado por muitos, odiado por outros, o Nerdcast é provavelmente o podcast mais ouvido do Brasil. Comecei a acompanhar lá pelo episódio 39, ainda usando o (saudoso) Google Reader como player até descobrir que podia assinar e receber automaticamente no iTunes, o que provavelmente ajuda a não me incomodar com uma das características pelas quais são mais criticados, que seria o excesso de piadas internas.

O Nerdcast trata de diversos temas, como filmes, livros, séries, jogos e outros assuntos da atualidade, ou não, como biologia e história, estes últimos os meus preferidos. São mais de 350 episódios, dentre os quais eu recomendaria vários, como a entrevista com o dublador Guilherme Briggs (094), a Revolução Russa (202), a Mitologia Grega (205, partes A e B), as invenções de Nicola Tesla e Thomas Edison (216), o livro 1984 de George Orwell (229), a Idade Média (279), biografia de Steve Jobs (280), as conquistas de Napoleão (289), a ascensão de Adolf Hitler (299), Asteróides e Meteoros (351), dentre outros. Mas se for para resumir em apenas 3 que vocês precisam ouvir, seriam estes:

  • NC 080 – A Batalha do Apocalipse
  • NC 186 – Isaac Asimov e seus Escravos Tchecos
  • NC 344 – O Mundo de Walt Disney

Fronteiras da Ciência

Fronteiras da CiênciaProduzido pelo Departamento de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e apresentado por Marco Idiart, Jeferson Arenzon (Físicos) e Jorge Quillfeldt (Biofísico), além da participação de diversos professores e cientistas da UFRGS. O Fronteiras da Ciência é um ótimo canal de divulgação e debates sobre as mais diversas áreas do conhecimento, desde os átomos até as margens do Universo conhecido, desde a biologia até a religião, de forma objetiva e sempre com fortes embasamentos científicos. Todos os episódios merecem o download.

Visão Histórica

Visão HistóricaUma aula de história informal, cheia de dados curiosos sobre diversos eventos históricos do Brasil e do Mundo. A periodicidade se tornou incerta em 2012 e eles passaram praticamente o ano inteiro sem gravar episódios, mas recentemente eles voltaram a produzir novos programas, inclusive com formatos diferenciados. A quem se interessa por história, a recomendação de download se estende a todos os episódios.

Papo Lendário

Papo LendárioConheci através da recomendação do escritor Eduardo Spohr, autor de um dos meus livros preferidos – A Batalha do Apocalipse -, que participou de duas edições do programa, uma tratando da Jornada do Herói e outra de seu primeiro livro. O programa trata de mitologias do mundo inteiro, desde as culturas antigas até a ficção moderna. Recomendo todos os episódios, em especial o Mitologia Apocalíptica da Batalha de Spohr, pela mesma razão que indiquei anteriormente o Nerdcast 080.

MacMagazine no Ar

MacMagazine no ArJá acompanhei por alguns anos um outro podcast de assuntos relacionados à Apple, mas desisti quando eles já estavam chegando a programas de praticamente duas horas de duração com um conteúdo que não demoraria 20 minutos para ser apresentado. Diferentemente daquele, o MacMagazine no Ar tem se mostrado um podcast com conteúdo e discussões mais objetivas, servindo como um bom complemento ao conteúdo do site. Para quem gosta do assunto, me parece a melhor opção. Como a pauta do programa é primordialmente de notícias comentadas, não tenho nenhum episódio em especial para indicar.

Tecnoblog Podcast

Tecnoblog PodcastResumo semanal de notícias de um dos melhores blogs de tecnologia do Brasil, apresentado por Thiago Mobilon, Paulo Higa, Rafael Silva e Thássius Veloso. Pode parecer tendencioso, mas fazendo o devido full disclosure, apesar de minha amizade com o editor-chefe deste site, o Tecnoblog tem de fato várias matérias interessantes e isso acaba reverberando no podcast. Eles passaram vários meses sem gravar, mas voltaram nas últimas semanas. Por se tratar de um site de notícias, não tenho indicação de episódio em especial pelo mesmo motivo da sugestão anterior.

DW – Wort der Woche

Wort der WochePra quem estuda Alemão é interessante ouvir um programa como esse, ensinando toda semana o uso de uma palavrinha nova na língua de Lutero e Goethe. Já acompanhei outras aulas de Alemão por podcasts, mas geralmente eram muito extensas e começavam a ficar cansativas. Produzido pela Deutsche Welle.

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Podcasts que não existem mais

Enquanto alguns podcasts sem tanto conteúdo seguem tendo centenas de episódios e milhares de assinantes, alguns bons eventualmente se tornam inviáveis para seus produtores que acabam arquivando o projeto. Seguem três podcasts que eu gostava bastante e que, infelizmente, não existem mais.

The Word Nerds

The Word NerdsConheci este podcast por acaso, ao procurar pelo Nerdcast na iTunes Store. É apresentado por Howard Shepherd, Dave Shepherd e Howard Chang, 3 lingüistas da região metropolitana de Washington D.C., a capital da ofuscação e dos acrônimos, que tratam de vários aspectos da língua Inglesa, de forma muito bem humorada, com um cuidado primoroso de edição, sempre sonorizando o programa com músicas cuja letra remete ao assunto do dia. Teve 120 episódios.

Podbility

PodbilityCriado pela agência publicitária Bullet de São Paulo, o Podbility era um resumo semanal de tendências não só no campo da propaganda, mas também de tecnologia, cultura pop, arte, música, dentre outros assuntos. Enquanto o programa estava na ativa cheguei a ganhar um bottom “Meu nome é estranho” e alguns créditos na iTunes Store por participar de brincadeiras que eles faziam. Teve 185 episódios.

Freakast

FreakastO Pablo Peixoto esteve em evidência durante a copa de 2010, quando fez uma sátira com o filme “Um Dia de Fúria” trocando as falas do Michael Douglas pelas de Dunga e seus infortúnios como técnico daquela seleção inglória, e depois com um mash-up entre as trilogias de Guerra nas Estrelas e Senhor dos Anéis, até que criou o videolog Qu4tro Coisas sobre o qual falarei em um próximo post, sobre videocasts. Comecei a acompanhar seu trabalho como curador de boas músicas quando apresentava o Freakast, que me apresentou a diversos clássicos do rock mundial além de diversas curiosidades. Infelizmente teve apenas 18 episódios.

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Ainda não adquiri o hábito de ouvir podcasts pelo SoundCloud, que já tem até app pra iOS e Android, mas sei que tem muito conteúdo sendo produzido por lá. Não tenho nenhuma indicação de canal além do meu pessoal, onde armazeno eventuais arquivos de áudio que complementam meus posts, mas recomendo a exploração.

Estou preparando um outro post sobre os videocasts que eu tenho acompanhado nos últimos tempos e, enquanto isso, me digam quais os podcasts que vocês mais gostam?

Ética dos Óculos Escuros

Desde que fiz a cirurgia para correção de vista e deixei de usar óculos de grau, enfrentei situações onde me perguntava se seria adequado ou não utilizar óculos escuros. Em especial depois que um colega de trabalho perguntou que sol eu tinha visto naquele dia nublado. Por 11 anos usei óculos de grau, dia e noite, tirando apenas para dormir e tomar banho. Por vezes, antes de dormir, ainda procuro por óculos para tirar do rosto.

Óculos aposentados

No primeiro fim de semana depois da cirurgia que corrigiu totalmente o meu problema, procurei uma pimentosa loja de óculos da cidade, onde fui atendido pela Amy Winehouse, ou coisa parecida, e comprei minha segunda unidade de óculos escuros. Tinha outros antigos, mas já ficavam apertados e eram surfistas demais pra usar no dia-a-dia.

Procurei nas Interwebs por dicas de etiqueta ou ética dos óculos escuros, pra não sair por aí bancando o David Assayag ou Steve Wonder e, após passar por alguns blogs e páginas do Yahoo! Respostas, resolvi fazer eu mesmo um simples manual pessoal, que pode ajudar outros que também iniciaram há pouco o uso deste utensílio.

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Você sabia que: os raios ultravioletas são divididos em três tipos, dentro do escopo dos efeitos que provocam à saúde humana? Os UV-A (compostos por ondas de 400-320nm) chegam em sua totalidade à superfície terrestre, os UV-B (320-280nm) são parcialmente absorvidos pela atmosfera e os UV-C (280-100nm) são totalmente absorvidos pelo oxigênio e ozônio terrestres. Por isso os comerciais de óculos escuros dão ênfase apenas aos dois primeiros tipos. Fonte: Wikipedia.

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A não ser que você use óculos de grau como eu usava, e nesse caso seria interessante procurar por aquelas lentes conhecidas como transition, que escurecem ao contato com luz forte, é imprescindível ter ao menos uma unidade de óculos escuros para usar sempre que sair de casa, de preferência com lentes polarizadas, que são mais potentes que as lentes tradicionais e causam um efeito psicodélico sempre que você olhar para monitores e vidros com insul-film.

Entretanto não vou me aprofundar nessa seara de que tipo de óculos você deve usar, pois não sou oftalmologista, nem a Glória Kalil. Apenas certifique-se de estar protegido dos raios ultraviolentos. E usei o termo “unidade de óculos escuros” por motivos de: estou tentando evitar erros gramaticais com essa palavra que é plural, mesmo no singular.

Error 404: Gloria Kalil not found

As regras, ou melhor, as dicas que venho elencando ao longo dos últimos meses são, basicamente:

USAR

  • De dia;
  • Lugares abertos;
  • Lugares fechados, porém com incidência direta de sol ou de intensa claridade;
  • Recomendação médica.

EVITAR

  • Dias nublados;
  • Ao conversar com alguém.

NÃO USAR

  • De noite;
  • Lugares fechados, sem incidência de sol ou intensa claridade, inclusive na balada (não seja babaca).

Por fim, você dificilmente vai encontrar óculos escuros que prestem por menos de 3 dígitos, mas qualquer coisa acima de 3 dígitos que tenha apenas a função de proteger seus olhos dos raios ultravioletas é sacanagem. Entretanto, este texto poderá ser complementado após eventual popularização do Google Glass. Dê o play com 720p e em tela cheia.

ARVE Error: id and provider shortcodes attributes are mandatory for old shortcodes. It is recommended to switch to new shortcodes that need only url

Conservação

Uma colega pede emprestado meu carregador de celulares da Apple. Um colega presta atenção na cor amarelada do cabo e comenta:

– “Achei que você cuidasse bem das suas coisas… Esse cabo aí tão amarelo…”
– “Eu uso esse cabo desde 2006. É daqueles que tem a travinha manual ainda.”
– “Realmente, está muito bem conservado! Como é que você fez isso?”

Usando Apple Mapas em Manaus

Originalmente publicado no blog do Trânsito Manaus no Portal D24AM.

Como parte da estratégia de depender cada vez menos de soluções do Google na área de mapas a Apple lançou, junto com a sexta versão de seu sistema operacional móvel, em Setembro de 2012, um aplicativo próprio para este fim.

Mapas no iOS – o Bing é webapp

Usando informações de GPS de parceiras como a Tom Tom, de soluções de código aberto como o Open Street Maps, além do know-how de empresas de mapeamento de relevo em 3D como a C3 Technologies (adquirida por US$ 240 milhões) dentre outras, a empresa da Maçã montou um banco de dados próprio, com mapas vetorizados, imagens de satélite por vezes mais recentes que a concorrência e construções tridimensionais de partes de algumas das maiores cidades do mundo (Flyover), tais como Nova York e São Francisco, nos EUA.

São Francisco e Nova York em modo Flyover no Apple Mapas

O curto tempo de desenvolvimento dessa ferramenta, entretanto, causou diversas críticas por parte de especialistas e usuários, que viram-se frustrados com resultados imprecisos em diversas situações. Recentemente algumas pessoas correram risco de vida ao utilizar o aplicativo para buscar o caminho para uma cidade na Austrália.

Neste último caso, a Apple se justificou informando que utilizou as coordenadas cedidas pela própria administração da região e, após a notificação da polícia local, corrigiu o problema. As notícias sobre o incidente causado pela empresa de Cupertino foram tantas que soterraram outras como a de que mais um departamento de polícia australiano notificou o Google na mesma semana por problemas semelhantes.

O mapa da Apple de fato possui muitas falhas, o que é de se esperar de uma solução em desenvolvimento há apenas um ano comparada às opções do Google ou da Microsoft (Bing Mapas), que possuem pelo menos 5 anos de constantes aperfeiçoamentos. Exemplos dessas falhas são diversas praças em Manaus identificadas pelo mapa nativo do iOS como parques.

Parque São Sebastião?

Dezenas de estabelecimentos comerciais estão posicionados em locais incorretos ou sequer existem. A última vez que a Praça da Matriz teve um posto de gasolina foi há mais de 50 anos.

TM História: Bomba de combustível ao lado da Praça da Matriz reaparece 60 anos no futuro em mapa da Apple.

E o bairro do Japiim, coitado, perdeu um i.

Japim: pressa?

Mas apesar de todos esses erros que afetam negativamente a experiência de usuário, o mapa da Apple também acerta em pontos que a concorrência ainda está deixando a desejar. Vamos apresentar 3 destes lugares em um comparativo realizado com 5 dos principais mapas para iOS. Lembrando que esta não é uma análise técnica, sujeita a ser totalmente diferente da sua experiência pessoal, estando sujeita também a ser comprometida por eventuais atualizações dos serviços. E que o Waze não possui imagens de satélite, em compensação é rapidamente atualizado pela comunidade.

Ponte Rio Negro

A ponte sobre o Rio Negro foi inaugurada em 24 de Outubro de 2011, ligando Manaus a Iranduba, Manacapuru e Novo Airão sem a necessidade de balsas. A exibição em cada um dos mapas ficou assim:

  • Apple Mapascom imagem e vetor.
  • Google Mapscom imagem parcial e sem vetor.
  • Here Mapssem imagem nem vetor.
  • Bing Mapscom imagem e vetor.
  • Wazecom vetor.

Ponte Rio Negro

Avenida José Lindoso (Avenida das Torres)

Inaugurada em 29 de Junho de 2010, a Avenida José Lindoso, conhecida popularmente como Avenida das Torres, interliga o Complexo Viário Gilberto Mestrinho à Cidade Nova de forma rápida e com poucos cruzamentos. É uma ótima alternativa de acesso à Zona Norte da cidade, desde que apareça no GPS daqueles que nunca trafegaram naquela região. A exibição em cada um dos mapas ficou assim:

  • Apple Mapascom imagem e vetor.
  • Google Mapscom imagem e sem vetor.
  • Here Mapssem imagem e com vetor.
  • Bing Mapscom imagem e vetor.
  • Wazecom vetor.

Avenida José Lindoso

Manauara Shopping

O maior shopping do norte do Brasil foi inaugurado em 7 de Abril de 2009 e a razão pela qual foi escolhido para compor esta lista é unicamente para mostrar que quem prefere usar os mapas da Apple pode até estar bem orientado, comparado a quem usar o Here Maps, já que as imagens deste mapa não mostram sequer um, das dezenas de buritizeiros destruídos pela obra do estabelecimento, derrubado (já estava desmatado, na verdade, mas, mesmo assim, a obra ainda não havia começado quando foi feita a última foto). O banco de imagens de satélite parece ser o mesmo que o Bing utilizava até pouco tempo atrás, mas que este agora já tratou de atualizar. A exibição em cada um dos mapas ficou assim:

  • Apple Mapas – com imagem e vetor das ruas ao redor.
  • Google Maps – com imagem e sem vetor das ruas ao redor.
  • Here Maps – sem imagem nem vetor das ruas ao redor.
  • Bing Maps – com imagem e sem vetor das ruas ao redor.
  • Waze – com vetor das ruas ao redor, inclusive com a nova nomenclatura.

Manauara

Especuladas para 2013 a função de instruções por voz (Siri) no Apple Mapas e as imagens de Manaus no Google Street View do recém lançado Google Maps para iOS prometem acirrar ainda mais a concorrência entre aplicativos de mapas na plataforma da Maçã. O mapa social Waze, apesar de não contar com imagens de satélite, possui função de instruções por voz e informações geralmente mais atualizadas que os demais, graças às contribuições dos próprios usuários.

O que você tem achado das soluções de mapas para plataformas móveis em Manaus? Como é a sua experiência com mapas em outras plataformas? Já faz parte do grupo do Trânsito Manaus no Waze? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe mais dicas com a gente.

Manual Ônibus Manaus

Esta semana estamos lançando, depois de quase um ano de trabalho, o Manual de Itinerários Ônibus Manaus do Trânsito Manaus. Foram muitas noites mal dormidas, muitas correções feitas, prováveis erros que só serão encontrados com o uso cotidiano, mas finalmente conseguimos, graças ao trabalho do Luiz Eduardo Leal, Rebecah Keyce, Steven Conte, Glauber Gomes, Claudivan Jr., William Maciel e do Marcelo Menezes, responsável pelo projeto gráfico designado pela Comissão de Trânsito e Transportes da ALEAM. A seguir, o breve editorial que será publicado na contracapa do manual.

Na Internet encontramos ideias interessantes e que facilitam a vida de muitas pessoas. Com intenção de tornar o trânsito de Manaus melhor surgiu em 2009 o Trânsito Manaus, um canal de informações sobre os engarrafamentos, acidentes e demais ocorrências nas vias da cidade através do Twitter. A ideia cresceu e alcançou outras redes sociais, virou um site, apareceu na televisão, rádios e jornais. Mas levar informação apenas aos usuários de Internet não é tudo. Muitas pessoas não têm carro e fazem uso do transporte público. E outras também não têm condições de acessar a rede, seja por falta de tempo, dinheiro ou domínio da tecnologia.

Para ajudar os que se encontram apenas no primeiro grupo nós criamos o site Ônibus Manaus, com um sistema de busca de itinerários que contém os roteiros e mapas de cada trajeto, que estamos aperfeiçoando com novas formas de busca. Para os que estão nos dois grupos nós conseguimos, com a ajuda da ALEAM, sua Comissão de Transportes, CMM e SMTU, lançar este manual que será distribuído gratuitamente aos usuários de transporte público. Assim, esperamos ajudar ainda mais pessoas e continuar levando boas ideias da Internet para a vida de cada um. Podemos contar com você?

Internet e as Eleições

Costumo dizer que o Twitter mudou minha vida. Por diversos motivos. O Twitter foi a ferramenta que permitiu que eu socializasse com gente que por outros meios eu dificilmente conheceria.

As redes sociais não apenas me deram 1 hora de graça no boliche, 3 CDs, 1 Blu-ray, 5 vale-compras da Bemol e um sanduiche no 80s Burger. As pessoas que eu conheci trocando mensagens de 140 letrinhas ajudaram, desde chegar ao meu destino sem pegar um engarrafamento a direcionar algumas das minhas escolhas educacionais e profissionais.

Dentre os projetos que me envolvi por causa o Twitter, o Trânsito Manaus, que há 3 anos informa diariamente o trânsito muito lento nos dois sentidos de todas as avenidas da cidade, além dos itinerários intinerantes de ônibus, possibilitou uma experiência política que eu, que desde pequeno sempre gostei de prestar atenção nas campanhas eleitorais, nunca poderia imaginar.

Com a exposição que o TM conquistou ao longo dos anos, conseguimos, contatando os comitês dos candidatos à prefeitura de Manaus, realizar entrevistas com cada um deles para tratar exclusivamente das questões de trânsito e transporte.

Grupos como o Trânsito Manaus, e outros, como o PedalaManaus.org, do Ricardo “Saci” Braga, e o Manauara.org, da Cynthia Blink, mostram uma mudança interessante pela qual estamos passando. Jovens com algum poder de mobilização através da Internet tendo acesso direto aos atuais e futuros integrantes do executivo (e do legislativo também).

Fazendo a interseção entre Política e Internet

Não sou ingênuo de achar que os políticos estão abrindo as portas e associando-se à imagem dessas iniciativas, cheios de sorrisos e apertos de mão, por simples, pura e imaculada brothagem. Nem acho que o acesso aos dirigentes da coisa pública deveria dar-se tão somente pela da ação de grandes grupos organizados e com alguma evidência e poder de mobilização, e não por um único e humilde cidadão.

Existe, claro, a busca por evidenciarem sua atuação em canais de comunicação com as novas gerações, talvez até mesmo estabelecer cabos eleitorais, o que não é o caso do TM, nem acredito ser dos outros que citei acima.

O que eu acho fantástico é o grau de importância dado por (pelo menos alguns) candidatos a essas ferramentas estar se assemelhando, cada vez mais, ao dado a grandes grupos da “velha mídia”, como jornais impressos, rádio e TV, justamente devido às mudanças e possibilidades que elas estão gerando.

Enquanto até poucos anos atrás os candidatos eram figuras distantes que nós éramos obrigados a escolher observando 30 segundos de sorrisos artificialmente manipulados num comercial de televisão, e dependíamos unicamente dos debates da TV para conhecer a capacidade argumentativa e o embate de propostas dos candidatos, agora eu tive a oportunidade de estar cara a cara com cada um deles, perguntar e ouvir as suas respostas sem direito a script e photoshop. Pauderney, Arthur, Navarro, Serafim, Henrique, Jerônimo, Herbert, Vanessa e Sabino.

Ainda fizemos muito pouco, mas acredito que as possibilidades interação e de cobrança do poder público ainda vão crescer e devolver uma parcela do poder que sempre foi do povo, de volta às mãos do povo, graças à Internet. Sou idealista demais?

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