Grupos

Grupos: do trabalho, da brigada de incêndio do trabalho, da brigada especializada anti-zica da brigada de incêndio, do restaurante que fornece a quentinha do almoço, do restaurante concorrente que fornece quentinha saudável, dos amigos do terceiro ano da escola (e aí galera, vamos marcar?), da turma de pós-graduação, da família (ptm)…

Ícone do WhatsApp

Me diz teu Whats…

…do pessoal que fez um treinamento, do pessoal que fez um outro treinamento, do pessoal que fez o primeiro treinamento e resolveu marcar um churrasco e criou um grupo paralelo pra não bagunçar demais o primeiro, dos ex-colegas de trabalho que não trabalham mais com você, mas são queridos, grupos dos projetos que já trabalhou, mas saiu e foi expulso…

A Civilidade e o Lixo

O reaça…

Ain, no Brasil se joga lixo no chão no réveillon, absurdo, falta de respeito, se fosse nos EUA / França / Alemanha não aconteceria isso. Esse país nunca vai ser “civilizado”.

E o petralha…

Ain, nos países que você chama de “civilizados” e que eu faço discurso de que odeio, mas vivo / frequento / sonho todos os dias em conhecer também se joga lixo no chão, troxa, complexo de vira-lata, uhul, ganhei.

Conclusão:

Pro Brasil ser um país “civilizado” pode jogar lixo no chão que tá sussa.

¯\_(ツ)_/¯

¯\_(ツ)_/¯

Coca-Cola como Ferramenta

Ontem à tarde fiquei no prego de bateria, por sorte, num posto de gasolina onde dá pra esperar a ajuda com alguma dignidade e sem atrapalhar ninguém (ao contrário do meio da rua).

Tentei ligar pra loja onde comprei a bateria pensando em contratar um serviço de delivery, mas fui informado de que eles não contavam com isso, e que eu tinha que me virar pra ir lá buscar. Mas essa parte não vem ao caso. Consegui chamar o mecânico.

Quando o mecânico chegou, pra fazer a substituição da bateria, entrou na loja de conveniência e comprou uma Coca-Cola de 250ml, daquelas de garrafinha plástica. Voltou pro carro e despejou dois terços da garrafa nos contatos pra desoxidá-los. Eletrólise! This is Science, bitch!

Tã-nã-nã-nã-nã...

Tã-nã-nã-nã-nã…

Terminou a substituição e fez outras checagens pra ver se estava tudo certo. E bebeu o último terço da ferramenta, ou melhor, da garrafa, porque ninguém (além do Tony Stark, que tecnicamente é de titânio) é de ferro.

E mesmo que fosse, com um anticorrosivo desses, nem oxidaria.

#VejaOLadoCocaColaDaVida

Primeiros Reviews do Shopping Ponta Negra

Então o Shopping PN* inaugurou, o caos aconteceu está acontecendo vai continuar acontecendo por uns dias, mas o lugar ficou bonito, é perto do trabalho, e depois do expediente fui por lá conferir e trazer pra vocês, em primeira mão, os primeiros reviews desse novo e esplêndido empreendimento comercial.

 

  • Insight do Luiz Eduardo Leal.

Micareta para Jesus

Ocorreu por volta de 27-29 E.C., de Jesus e seus 12 followers virem a Jerusalém para a Pessach, evento que é, basicamente, a Páscoa quando você nasce em um lar Judeu, e em vez do coelhinho, se comemora a fuga dos Hebreus dos domínios do Egito. Ao chegarem ao Templo de Jerusalém, já conhecido como Templo de Herodes na época porque, bem, o Rei Herodes, querendo fazer uma média com o povo Judeu que andava meio sem templo para orar, deu uma forcinha e o construiu (só para ser destruído pelos cazzi dos Romanos comedores de pizza, 5 anos depois de pronto), qual não foi a decepção de Emmanuel ao perceber a baderna que estavam fazendo na casa de seu Pai inefável.

Comerciantes vendiam e compravam animais para sacrifício, ovelhas, bois e pombas, além de cambistas que trocavam o dinheiro dos estrangeiros pela moeda local. Eis que baixou o Indiana Jones no filho de Maria e ele, de posse de um chicote, botou todo aquele covil de salteadores pra correr pra longe dali, lembrando a todos que aquela era uma casa de oração. (Mateus 21:11-13)

Jesus Jones mordido com a bagunça que fizeram na casa de seu Pai

O tempo passou, as manifestações foram se modificando ao longo do tempo e, se o próprio Elohim, que era meio sensível nos tempos do Velho Testamento, não fulminou Miriã que, em gratidão por seu Senhor ter matado centenas de soldados Egípcios afogados no Mar Vermelho, tocou um solo virtuoso de pandeiro com suas BFFs sob o sol causticante do Deserto de Sur (Êxodo 15:19-21), longe de mim condenar manifestação tão singela quanto a Marcha para Jesus.

Todos tem o direito de manifestar sua falta de religiosidade da forma como lhe convir, desde que não prejudiquem a paciência os direitos de outrem. Está na constituição que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida (…) a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” e que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política salvo para eximir-se de obrigação legal a todos imposta“, conforme os incisos VI e VIII do artigo 5º de nossa imaculada Constituição Cidadã, promulgada sob a proteção de Deus e com assinatura de José Sarney.

Constituição de 1988 – Sob a proteção de Deus e com a assinatura de Sarney

O que eu gostaria de trazer à tona é o que o Briglia, sintetizou de forma brilhante em seu mural do Facebook:

Vendo a timeline dos meus amigos de Manaus vejo várias reclamações por causa de um evento religioso chamado Marcha para Jesus. Aqui nos EUA eu nunca vi eventos de grandes proporções que atrapalhassem a vida dos que não estão participando. Aqui vejo planejamento e principalmente respeito pelo outro. Falando sobre religião, aqui ninguém tenta te enfiar Jesus, Alá, Budha, Santo-não-sei-o-quê, goela abaixo. As pessoas praticam suas diferentes religiões (e acredite, aqui existe muito mais opção do que no Brasil), mas elas fazem isso respeitando os outros. Ninguém tenta te converter te fazendo ficar parado em um congestionamento, soltando rojões ou gritando na rua. Não que o pessoal aqui seja menos fiel do que os brasileiros, a diferença está na educação. Educação é a base de tudo.

Deus criou Adão e Eva: isso mesmo, Eva e Adão.

Na circunstância trazida pelo Briglia está a situação dos EUA, mas poderia ser qualquer outro país ou cidade do Brasil, onde haja uma situação de educação um pouco melhor que a que se percebe por aqui. E antes que me digam que ninguém é contra os carnavais e bandas de rua, eu juro que não percebo diferença no rastro de sujeita e danos aos logradouros públicos.

O que Jesus acharia da marcha que fazem pra ele?

Enchente de 2013

Enquanto não temos veículos adequados para a realidade da região, como esse ou esse, começa um novo ano, começa uma nova estação das chuvas, surpreendentemente acontece uma nova enchente no Amazonas.

Pessoas vão à mídia reclamando que prefeituras e governo não fazem nada para evitar as perdas que o problema causa. Prefeituras e governo vão á mídia alegando que não conseguem fazer nada enquanto não decretam estado de emergência que, dentre outras coisas, possibilita a realização de obras sem necessidade de licitações.

Correndo por fora dessas situações, acho interessante, e também engraçado, confesso, destacar o trabalho do Promotor Guimarães Neto, que mantém o estilo e o devido andamento das diligências, apesar das dificuldades que a cidade de Anamã, a 129km de Manaus, enfrenta por ter crescido em uma região anualmente atingida pelas cheias. Abaixo, matéria publicada no portal do MP, em 22 de Maio de 2013.

Promotor João Ribeiro Guimarães Neto, chegando para mais um dia normal de trabalho na sede do Ministério Público de Anamã, AM.

**********

ANAMÃ: Enchete ainda não prejudica trabalho da promotoria

De acordo com informações do Promotor de Anamã, João Ribeiro Guimarães Neto, a água está chegando próximo ao fórum, mas quase todos os órgãos públicos já foram atingidos pela enchete. Apesar do transtorno, os trabalhos do MP-AM no município ainda não foram prejudicados.

“O foco da Promotoria neste momento é a orientação sobre o trânsito de embarcações pelas vias públicas. Pedimos que as famílias tomem cuidado e não deixem seus filhos menores conduzirem essas embarcações. Gostaria de orientar também que, em mesmo se a água invadir o fórum, nosso trabalho vai continuar. Vamos construir marombas para não prejudicar o andamento dos processos”, disse o Promotor.

Estive Dirigindo #08

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Estive dirigindo do Complexo Viário Gilberto Mestrinho até a Av. Constantino Nery e o trajeto foi um dos principais corredores Leste-Oeste da cidade: Av. André Araújo, Rua Salvador e Rua João Valério. Só que durante dia de Domingo, pra economizar memória da câmera.

Logo no começo, um probleminha que se percebe ao entrar na Av. André Araújo é que tanto a alça inferior que vem da Av. Rodrigo Otávio quanto o acesso de quem vem da rotatória têm duas faixas cada, e se você está lendo até aqui deve saber que 2 + 2 costumam ser 4 (a não ser que estejamos na Oceania), enquanto a Av. André Araújo tem duas faixas ao todo para receber essa demanda, o que resulta em singelos embates às 6 da tarde de uma Sexta-feira, ou a qualquer momento na nossa programação.


Exibir trajeto do episódio Estive Dirigindo #08 em um mapa maior

Mais à frente tem a saída da Rua Paulo IV, uma das principais vias de acesso e saída do bairro de Petrópolis, já percorrida no Estive Dirigindo #03. Achegando à Bola da SEFAZ, com o trânsito tranquilíssimo, comparado ao que acontece por ali durante o fim de semana, cruzamos a Av. Jor. Umberto Calderaro Filho, antiga Av. Paraíba, onde segundo a Lei Municipal 1.166/2007 futuramente haverá um Viaduto Tancredo Neves, conf. Claudemir, apud. Trânsito Manaus.

Daí vem os cruzamentos com a Av. Mário Ypiranga Monteiro, antiga Av. Recife, parcialmente apresentada no Estive Dirigindo #06 e Rua Maceió, totalmente percorrida no episódio #05 da referida série. Então entramos na Rua João Valério, passando ao lado do QG secreto do Trânsito Manaus, e cortando o Vieralves, o conjunto residencial (segundo a delimitação da prefeitura) com a maior concentração de comércio que eu já vi. E pra encerrar, cruzamos a Av. Djalma Batista e chegamos ao destino.

Gostaram do passeio?

Caos na Ponta Negra

Esse post não é sobre ataques de enxames de jacarés, alcateias de galerosos ou afogamentos coletivos.

Ouvi rumores de que o Shopping Ponta Negra seria inaugurado dia 10 de Junho, estratégica e tempestivamente pensado com vistas ao Dia dos Namorados. A notícia é boa, são mais alternativas de compras, gastronomia, entretenimento e lazer pra cidade, mais salas de cinema, novos restaurantes, uma outra grande rede de livrarias nacional para concorrer com a Saraiva, e talvez fazer a Concorde despertar da letargia em que se encontra, concorda?

O que me deixa apreensivo quanto ao novo lançamento, não só comercial, como grande condomínio residencial e complexo de negócios ao redor, é a inevitável sobrecarga de veículos sobre a malha viária na região. É sabido que a Ponta Negra sofre um forte estrangulamento na Av. Cel. Teixeira, já que é praticamente a única opção para quem mora na região.

Shopping Ponta Negra, projeção para 2013

Não vejo, além de dois retornos tortos e super-faturados, construídos pela administração anterior, e atualmente em reforma pela nova administração municipal, nenhuma grande obra que vise amenizar o impacto, não só do shopping, como também dos empreendimentos imobiliários que o orbitam.

É importante observar casos positivos e negativos decorrentes da criação de grandes empreendimentos, como quando o Amazonas Shopping foi construído, o então prefeito Arthur Neto exigiu como medida de compensação ambiental que o estabelecimento arborizasse as Avenidas Darcy Vargas e Efigênio Sales.

Amazonas Shopping, após a inauguração em 1991

Com a construção do Studio 5 Mall, a prefeitura adiantou-se a preparar um grande recuo na frente do shopping, evitando que os carros que trafegam em baixa velocidade para entrar ou sair do centro comercial estrangulassem o tráfego da Av. Rodrigo Otávio.

Studio 5 Mall, após a ampliação do centro de convenções

O TvLândia Mall, ao se metamorfosear em Manaus Plaza Shopping e executar uma obra que chegou praticamente à beira da Av. Djalma Batista, não deixou um recuo devido para a parada de ônibus que figura em sua entrada. Parada esta que antes do empreendimento, estava 300 metros antes, próxima a uma passarela, e possuía com um espaçoso recuo para 5 ônibus. Desde então o ManausTrans precisa dedicar um agente para ordenar a área todos os dias.

Manaus Plaza Shopping, após a última reforma

O Shopping Manauara, o maior shopping do planeta, pois vai de Recife até a Paraíba, trouxe duas circunstâncias dicotômicas (beijo, Marília Gabriela): a primeira, positiva, é que trouxe duas vias a mais para o trânsito entre as Avenidas Mário Ypiranga Monteiro e Jor. Umberto Calderaro Filho. Entretanto, a segunda foi ter demorado ANOS para providenciar as devidas passarelas. A passarela da Mário Ypiranga de forma prática, mas a da Umberto Calderaro, de forma conflituosa, sendo resolvida apenas na Justiça.

Shopping Manauara, antes da instalação da grade adestradora

Nesse caso específico, por meses me perguntei o que custaria uma negociação com o vizinho Carrefour e o conjunto à sua frente, que oferecia um espaço bem mais adequado para a necessária obra. Duvido que haveria oposição das partes. E pra fechar com chave de golden shower, ainda adveio profunda tristeza ao ver seres bárbaros que se recusam a usar passarela, feita com tanto carinho, provavelmente achando que é uma mera cobertura para o sol. Darwin os manda abraços fraternos.

Voltando ao Shopping Ponta Negra, acho que vocês já sacaram né? Não há paradas de ônibus na região com capacidade para muitos veículos e passageiros, pelo menos até agora. Não há passarelas em construção, já que devem estar crentes que 100% dos usuários de transporte coletivo que chegarem até o shopping virão do Centro e moram na Alameda Alaska.

Parada de ônibus, com um belo adesivo

Antes que venham me dizer que este será um shopping elitizado e que não necessita desse tipo de cuidados, basta passar em frente ao Condomínio Ephigênio Salles às 6 da tarde para ver o batalhão de funcionários que se espreme em duas ínfimas paradas sem recuo. Aliás, tá na hora do condomínio e a prefeitura cuidarem dessa questão. Motoristas e usuários do transporte coletivo agradecem.

O encerramento deste texto é, na verdade, apenas para falar mais do mesmo: vão esperar o caos para pensar no que fazer. Vão esperar o engarrafamento para fazer um recuo para ônibus. Vão esperar o atropelamento para fazer a passarela. Vão esperar outro atropelamento para fazer uma cerca elétrica adestrando bárbaros a usar uma passarela como algo mais que uma cobertura para o sol. Essa tem sido a regra e não a exceção. E desafio a me provarem que estou errado.

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