Repensando as Bandas de Rua

Não sou contra as bandas de rua. Sou contra, apenas, a parte rua das bandas de rua. Me aflige o fato de elas obstruírem vias públicas importantes, como a Av. “Boulevard” Álvaro Maia, uma das principais opções de tráfego leste-oeste da cidade.

Avenida esta, que conta com 2 hospitais, ainda que ambos tenham acesso pela Av. Ayrão e o HUGV esteja em reforma. Imagine uma ambulância vindo pela Kako Caminha e precisando descer pela Av. Constantino Nery até próximo da Av. Leonardo Malcher para conseguir fazer um retorno, pegar a Av. Japurá, e Rua Silva Ramos, para enfim alcançar a Ayrão. Ah, é só no fim de semana, ou é só na época do carnaval, diriam alguns, porém não diriam o mesmo se a pessoa dentro da ambulância fosse a própria mãe.

Banda Obstrutora de Rua

Ah, mas são 27 anos de tradição, são 45~50mil pessoas. Ainda que tivessem 500mil pessoas, ainda teríamos outros 3/4 da população manauara eventualmente tendo seu direito de ir e vir prejudicado (mais de 30 linhas de ônibus trafegam diariamente pela via segundo o Ônibus Manaus) e bem, enfiar a mão numa luva de palha trançada cheia de tucandeiras também é um tipo de tradição.

Vamos inverter os valores já invertidos aqui rapidinho: proponho a criação das bandas de quadras, salões, quintais e terrenos baldios, de preferência distantes da minha casa. Com essa mão de obra toda, muitos terrenos baldios seriam capinados, olha que legal.

Podem fazer suas festas, micaretas pra Jesus ou pro Diabo. Só não atrapalhem o caminho de quem não estiver interessado em participar.

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