Jornal do Brasil

Por conta da cobertura do evento “Let’s Rock” pelo Google Discovery, o Renê Fraga indicou meu contato para a jornalista Joana Duarte que conversou comigo sobre os lançamentos de ontem. Reproduzo a matéria sobre os lançamentos na íntegra.

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Novo iPod gira tela e inventa playlists

Aparelhos mais finos e arredondados chegam ao Brasil

Por Joana Duarte

Aparentando boa saúde, Steve Jobs, chefe executivo da Apple, apresentou ontem nos Estados Unidos a quarta geração dos iPods Nano, Touch e Classic, que dispõem de design mais arrojado (com curvas nas extremidades) e vêm equipados com tecnologia de acelerômetro, permitindo girar o aparelho para visualizar fotos, vídeos e capas de álbuns em telas widescreen, no estilo do iPhone.

Os iPods Nano, os mais finos já lançados no mercado, têm nova carcaça de alumínio e começarão a ser vendidos no Brasil em oito cores fosforescentes até o fim do mês que vem. O analista Gene Munster, da Piper Jaffray, explicou que a Apple renova seus iPods anualmente, sempre em setembro, para tirar proveito das festas de fim de ano.

Antecipando a divulgação de Jobs realizada ontem, a Microsoft também lançou, na segunda-feira, a terceira atualização de seu mp3 Zune, para competir com o iPod. Mas a empresa ainda não tem previsão da chegada do produto ao Brasil, segundo um porta-voz da Microsoft.

Durante sua palestra, Jobs chegou a mencionar o novo Zune, mas assegurou seus ouvintes que o aparelho não ameaçará de forma alguma o domínio da Apple no mercado de mp3 players. Atualmente, contou o executivo, a Apple encobre 73% do mercado, comparado a meros 2% da Microsoft.

Apesar de aparentar uma redução no tamanho da tela, Fábio Ribeiro, engenheiro de sistema da Apple Brasil, garante que, pela capacidade de girar, a tela ficou de fato maior em todos os modelos. O que diminuiu foi o preço. Os Nanos agora virão em tamanhos de 8GB e 16GB em vez de 4 e 8 GB, e custarão R$ 549 e R$ 699, respectivamente. O Nano de 4 GB também custava R$ 549, e será reduzido enquanto seu estoque durar. A Apple não continuará a produzir velhas versões.

Outras novidades do mp3 da Apple incluem a incorporação do recurso “genius”, que seleciona músicas semelhantes do seu iPod e as insere em uma nova playlist, automaticamente. Além disso, o iPod é sensível ao toque, ou, mais especificamente, ao chocalho. Ao agitá-lo nas mãos, o aparelho tocará músicas em ordem aleatória.

Os novos visuais do iPod vêm incorporando cada vez mais características do versátil iPhone, que já contém mp3. Mesmo assim, segundo o analista Munster, ainda há espaço no mercado para a coexistência de ambos. A canibalização do iPod pelo iPhone ainda não foi completa, apesar de já haver pessoas que preferiram investir no iPhone em vez de comprar o mp3 player.

Como apontou o blogueiro e “grande fã” da tecnologia dos produtos Apple, Steven Castro Conte, de Manaus, apesar do mercado de aparelhos portáteis indicar cada vez mais uma tendência para convergência extrema de funções agregadas em um único aparelho, por enquanto ainda há espaço para que ambos gêneros aproveitem seus mercados cativos.

– Porém, a médio e longo prazo soluções mais completas como o iPhone se tornarão um padrão de dispositivo portátil, aliando entretenimento, produtividade e, claro, portabilidade – avalia Conte.

Cento e sessenta milhões de iPods já foram vendidos pelo mundo e a legião de adeptos, por enquanto, só tem aumentado.

Mesmo assim, Roberto Cassano, diretor de Estratégia e Mídias Sociais da Agência Frog, não se abala:

– O iPod não é tão superior assim aos concorrentes. É a aura da Apple que garante a supremacia. Enquanto os boatos sobre a morte de Jobs forem apenas “fortemente exageradas”, não há o que temer para a Apple – ironiza.

Postado originalmente na edição eletrônica do Jornal do Brasil de 10/09/2008.

Jornal do Brasil 10/09/2008

Let’s Rock

Ao Vivo: Apple Let's Rock Keynote

Daqui a pouco, à 1:00pm, horário de Manaus, começa no Yerba Buena Center em São Francisco, o evento da Apple, onde serão lançados novos modelos de iPod e talvez one more thing.

Vou tentar escrever algo útil no Google Discovery. Vocês podem conferir por este link.

Desejem-me sorte. E que o Campo de Distorção da Realidade esteja com vocês.

Namaste.

Oração

Evandro Jr., Shaila Meharry e Deyse Pessoa, cantando na IASD Panorama, a música “Oração” do grupo Art In Louvor, tradução de “The Prayer”, do Josh Groban e Charlotte Church.

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[Shayla]

I pray you’ll be our eyes
And watch us where we go
And help us to be wise
In times when we don’t know
Let this be our prayer
When we lose our way
Lead us to a place
Guide us with your grace
To a place where we’ll be safe

[Evandro e Deyse]

Um puro coração, vem dar-me, oh Senhor
E na escuridão, vem ser a minha luz
Ouve esta oração, brilha em meu viver
Guia-me Senhor, em Seu santo Amor
Dá-me fé pra prosseguir

[Todos]

Eu peço um mundo sem tanta violência
Um mundo de justiça e esperança
Onde possamos de mãos dadas todos
Vivermos o amor e encontrar a paz

[Evandro e Deyse]

A cada alma Pai, me ajude a demonstrar
O teu carinho oh Pai, que eu possa revelar
Ouve, oh Senhor, esta oração
Guia-me Senhor, em teu santo amor
Sei que a salvo estarei

[Todos]

Dá-me oh pai mais fé, para prosseguir
Salvo estarei eu sei

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Cenas do backstage

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Ensaio na semana anterior

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Capital do Crime – dia 5 – final

Brasília, 20 de março de 2008.

Tomamos café da manhã cedo, pegamos o taxi e partimos para o aeroporto. Cruzamos o Eixo Monumental e fomos nos afastando daquela penitenciária a céu aberto do centro do poder nacional. Despachamos as malas e demos uma volta nas lojinhas do aeroporto. Curiosamente a loja com artigos mais bonitos e interessantes se chama “Chamma da Amazônia”. Depois dessa realmente estava na hora de voltar pra casa.

O avião saiu às 11:20am (horário de Brasília), e chegou em Manaus 1:30pm (horário de Manaus). Ao passar pelas ruas da cidade senti falta da organização do crime urbana que a capital de Lúcio Costa possui com seu Plano Piloto. Mas só disso mesmo.

Quando se está em Brasília, depois que você conheceu o Eixo Monumental, viu os prédios dos poderes, a ponte JK, e foi nos shoppings, é hora de voltar pra casa, porque todas as atrações acabaram.

Encerra aqui a minha saga Candanga. Em 2013 quando eu precisar voltar lá pra renovar o visto americano, quem sabe eu faça uma segunda edição da série.

Capital do Crime – dia 4

Brasília, 19 de março de 2008.

Nada de emocionante ou interessante para se contar sobre este dia. Exceto o fato de eu ter visto o carro que parecia o presidencial, escoltado por uma dezena de batedores, fazendo a volta no Eixo Monumental em direção à Asa Sul, e provavelmente seguindo para o aeroporto. Olha o Lula indo!

Encontramos mais amigos dos meus pais, e de tarde passeamos pela cidade pela última vez. Conheci a maquete da cidade que fica num museu subterrâneo embaixo da Praça dos Três Poderes.

Mas ainda tenho mais umas notinhas sobre Brasília.

Notas sobre Brasília

Se algum dia você precisar vir a Brasília, talvez alguma dessas informações possa ser útil:

  • Tudo é bem setorizado e fácil de assimilar as localizações das coisas. Mas tudo é muito distante também. Quase sempre é preciso pegar um táxi para ir para onde ser quer. Mas o preço é relativamente barato comparado ao de Manaus. Com 20 reais dá pra atravessar a cidade. Isso é praticamente o que eu gasto indo de casa pra faculdade em Manaus.
  • Eu vivo com a garganta seca e tenho bebido muito mais água. Isso porque a umidade aqui é mínima. Ao contrário de Manaus, onde a umidade é 101%.
  • Por ser uma cidade projetada, ela é toda dividida por setores com objetivos específicos: hotelaria, comércio, bancos, indústrias, entre outros. Sabendo disso basta uma olhada atenta no mapa, que mostre as posições desses setores e você consegue encontrar as coisas com facilidade.
  • Os preços das coisas aqui, com exeção de alimentos e tecnologias, são iguais ou mais caros que os de Manaus.

Capital do Crime – dia 3

Brasília, 18 de março de 2008.

De manhã cedo fomos à Embaixada Americana dar entrada com o pedido de renovação do visto americano.

É proibido levar qualquer aparelho eletrônico, ou seja, iPod, celular e laptop ficaram no hotel. Revista policial na entrada semelhante à do aeroporto para em uma viagem internacional. Entrando e atravessando o jardim, nos ajuntamos a uma fila de umas 50 pessoas, que logo chegaria a umas 100 pessoas.

45 minutos de espera para apresentar os documentos. 15 minutos para sermos entrevistados. 3 minutos de entrevista. Espanto do cônsul com os 16 carimbos de entrada nos EUA – provavelmente acompanhado do pensamento: “se esse povo quisesse ficar lá, já teria ficado” – perguntou com que frequência íamos para os EUA, quem era o nosso amigo que nos hospeda sempre que chegamos lá e, enfim, a aprovação.

Mas a missão não ainda não estava completa. Ainda pagamos mais uma taxa na agência do SEDEX que tinha lá dentro mesmo, para enviarem os passaportes com visto pra casa.

De tarde, fomos ao Casa Park, CTIS, Carrefour, ParkShopping, LeRoy. Todas na EPIA. Todas a pé.

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